
Para quem pretende curtir as férias de verão 2012 em Belo Horizonte, uma boa opção é conhecer
o Museu Histórico Abílio Barreto (MHAB), instituição responsável pela guarda de parte significativa
da história da Capital mineira. Detentor de um belo conjunto arquitetônico e paisagístico, o museu,
que fica na avenida Prudente de Morais, 202, no bairro Cidade Jardim, atualmente abriga quatro
exposições. Duas delas encontram-se no edifício-sede: “Descobrindo o Bonfim: o cemitério como lugar
na cidade dos vivos” e “Em volta dessas mesas, uma cidade – bares como lugares na história
de Belo Horizonte”. Já as outras duas exposições, “Vozes do silêncio: memória cultural
– a materialização do intangível na cultura de Belo Horizonte” e “A casa e a cidade:
construção do espaço doméstico, social e da lembrança em Belo Horizonte”,
estão em cartaz no casarão. As visitas podem ser feitas às terças, sextas, sábados e domingos,
das 10h às 17h, e às quartas e quintas, das 10h às 21h. A entrada é gratuita.
Exposições
A exposição “Descobrindo o Bonfim: o cemitério como lugar na cidade dos vivos”
propõe um olhar diferenciado sobre o cemitério e mostra a beleza da arte que se encontra
por trás de seus muros. Ali se encontra o trabalho minucioso de artistas e artesãos
que se destacaram em Belo Horizonte a partir de sua inauguração, em 1897.
Considerada a capital mundial dos botecos, em Belo Horizonte não poderia faltar
uma exposição sobre o assunto. “Em volta dessas mesas, uma cidade – bares como lugares
na história de BeloHorizonte” aborda a relação da cidade mineira com os bares
desde os primórdios de sua construção. Mostra lugares que foram e são emblemáticos
na história da capital, preservando hábitos tradicionais de consumo e sociabilidade,
configurando-se como locais de fruição cultural e de memória.
Instalada no andar térreo do casarão secular do museu, a mostra “Vozes do Silêncio:
memória cultural – a materialização do intangível na cultura de Belo Horizonte”
revela aspectos do patrimônio imaterial da religiosidade na capital. As festas tradicionais
e populares de diversas manifestações religiosas são mostradas por meio de objetos, fotos,
músicas e sensações, elementos que possibilitam a percepção do fenômeno religioso na cidade.
“A Casa e a Cidade: construção do espaço doméstico, social e da lembrança em Belo Horizonte”
conta história e aspectos do cotidiano da capital, tendo início nas ruas e casas do antigo
Arraial do Curral del Rei e estendendo-se até o aglomerado justaposto da metrópole
contemporânea. Destaca, ainda, dois importantes momentos: a década de 1950 e os anos 1990,
lançando luz no modo como viveram homens e mulheres, tanto na vida pública como na doméstica.
Museu Histórico Abílio Barreto
O Museu Histórico Abílio Barreto foi inaugurado em 1943, durante a gestão do prefeito
Juscelino Kubitschek. Sua função é promover o recolhimento, a preservação,
a pesquisa e a divulgação do acervo histórico de Belo Horizonte e sua finalidade
é tornar público o acesso aos bens culturais preservados. Seu conjunto arquitetônico
e paisagístico compreende o moderno edifício-sede, onde se localizam a Sala Usiminas,
as reservas técnicas, o ateliê de conservação, o auditório e o Café do Museu. Na área externa,
estão o casarão secular, única construção remanescente da arquitetura rural dos arredores
do antigo Arraial do Curral del Rei, os abrigos para o bonde elétrico e a locomotiva a vapor,
o palco ao ar livre e os jardins, concebidos como local de educação e lazer.
Fonte : Assessoria de Imprensa da PMBH
Foto : Montagem de imagens Associação dos Amigos do Museu Histórico Abílio Barreto













