
O Grupo Petrópolis, terceiro maior do setor cervejeiro no País e produtor
das marcas Crystal, Lokal, Itaipava, Black Princess, Petra, do energético
TNT Energy Drink, da vodka Premium Blue Spirit e do Blue Spirit Ice,
lança no mês de Outubro/11 o keg de cinco litros da cerveja Weltenburger.
A linha escolhida é a tradicional Barock Dunkel, uma cerveja escura,
puro malte tipo abadia.
A Weltenburger é a cerveja de mosteiro mais antiga do mundo e,
em 2008, foi a vencedora do campeonato mundial de cervejas,
realizado em San Diego (EUA). No Brasil, ela é produzida com exclusividade
pelo Grupo Petrópolis desde 2010. Tanto a receita quanto a matéria-prima
utilizadas são as mesmas do mosteiro da Baviera, na Alemanha.
O keg de cinco litros servirá aproximadamente 20 copos de uma das cervejas
mais tradicionais do planeta e estará disponível aos consumidores brasileiros
em supermercados e delicatessens das regiões atendidas pelo Grupo
Petrópolis.
Segundo Douglas Costa, head de marketing e relações com o mercado
do Grupo Petrópolis, o objetivo do lançamento é ampliar a linha e oferecer
mais uma opção de embalagem. “Os amantes de cerveja poderão tirar
do barril sua própria Weltenburger, com colarinho e tudo”, declara.
A Weltenburger Barock Dunkel também já é comercializada no mercado
brasileiro em garrafas de 500ml e latas de 473ml.
Parceria
A parceria entre o Grupo Petrópolis e a Weltenburger começou em 2010,
quando a cervejaria brasileira passou a produzir em sua fábrica
de Teresópolis quatro linhas de cervejas da marca alemã. Com a parceria,
o Grupo Petrópolis fortaleceu sua participação no mercado de cervejas
premium e trouxe para os consumidores brasileiros uma marca
com tradição milenar da Alemanha e uma nova linha de produtos
de alto padrão. Como ressalta Douglas Costa, “a expectativa de venda
no crescente mercado brasileiro é animadora”. Uma pesquisa de mercado
encomendada pelos fabricantes mostra que, nos últimos três anos,
o segmento de cervejas premium cresceu 20% no Brasil,
enquanto o crescimento da indústria de cervejas ficou em 4%.
Na época, as empresas chegaram a considerar a importação, mas a opção
pela produção local foi escolhida para garantir o frescor da cerveja devido
à facilidade no transporte, além de não elevar o preço final do produto.
Além disso, segundo afirma Costa, “ao tomar conhecimento das técnicas
de produção e adaptações nas instalações do Grupo Petrópolis,
a Weltenburger confiou a receita de suas cervejas aos especialistas
brasileiros”. A fábrica de Teresópolis, onde é produzida a cerveja alemã,
passa por vistorias constantes e amostras da cerveja são levadas
frequentemente para a Alemanha para que a qualidade do produto
seja a mesma do mosteiro da Baviera.












