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NOVIDADES

São Paulo – Masp promove mostra internacional de arte urbana contemporânea

Exposição De dentro e de fora 2011 Masp São Paulo Mostra internacional de arte urbana contemporânea

Uma versão internacional da mostra “De dentro para fora / De fora
para dentro”, que em 2009 e 2010 levou mais de 140 mil visitantes
ao Masp, poderá ser vista na cidade a partir de 17 de agosto.
De dentro e de fora, que fica em cartaz no museu e imediações
até 23 de dezembro, traz ao Brasil alguns dos mais importantes nomes
da arte urbana mundial, vindos dos Estados Unidos, Argentina,
República Tcheca e França.

A exposição traz oito artistas estrangeiros para residência de um mês,
em média, em São Paulo. Cada artista vai criar obras de “site specific”,
ou seja, diretamente nas paredes de madeira que serão construídas
no Hall e Mezanino da Galeria Clemente Faria, no Masp.
Além das paredes, os artistas farão intervenções artísticas e obras
também na parte externa ao museu, no ambiente urbano.
Pinturas murais, esculturas, instalações, colagens, objetos,
fotografias, mapas, impressos, vídeos e animações
serão as principais mídias usadas pelos artistas.

O trabalho é colaborativo e a obra de cada artista estará em diálogo
direto com as dos outros. Não se trata de um festival ou uma mostra
de trabalhos prontos, mas uma produção interdependente de trabalhos
dentro do mesmo espaço expositivo.

Conceito:
A ideia central “De Dentro e de Fora” é provocar no público
a experiência de não saber onde está a arte. Ela pode estar em toda
a parte, embaixo da escada, atrás do quadro ou dentro do buraco.
Pode estar na sala de casa ou no meio da rua. Dentro ou fora do museu.
A exposição é uma experiência em si. Experimentamos o trabalho
colaborativo, a participação do público em vários níveis,
a instalação coletiva, o diálogo com a arquitetura de Lina Bo Bardi,
com a paisagem urbana e a paisagem humana da cidade,
experimentamos a conversa da arte com a vida paulistana.
A exposição propõe uma parceria com o público, que é convidado
a passear dentro da obra feita de linguagens individuais
que se contrapõem e formam uma obra-arquitetura única
e penetrável. Obra que continua mesmo do lado de fora do museu,
na rua, mesclando-se à cidade e a toda vida que acontece nela.
O público acaba por sair do museu sem sair por inteiro da obra.